Audiobook Solilóquio
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Despedida
Despedida
O ser em desencanto
O ser em desencanto
Documentário Gazeta de Ouro Fino

Documentário da Gazeta de Ouro Fino feito por Paulo Henrique Shadow
Primeira Expo Letras de Ouro Fino

Primeira Expo Letras de Ouro Fino foi criado por PH Shadow
Lançamento do Panorama socioeconômico e cultural de Ouro Fino

Lançado na Loja Maçônica Deus e Caridade III o livro Ouro-Fino-MG Panorama socioeconômico e cultural
1ª Semana Cultural da AOLA

Semana Cultural da AOLA com homenagens e premiações
Manual de como lidar com seu Hater

Sim, eu tenho um hater* e antigamente era uma chatice imaginar ou pensar em ter um hater de estimação! Porém, hoje, mais maduro, vejo que eu preciso de um hater por motivos óbvios! Só perguntar: Estou fazendo a coisa certa?! Se a resposta for sim, o hater vai está bem alimentado. Quando comecei a me envolver com a cultura e ter projetos e trabalhos neste ambiente, eu era bem discreto e fazia mais atrás dos holofotes. Até um momento que eu quis ousar e… lancei livros, músicas, artigos, entrei em uma Academia de Letra, fiz cursos para melhorar, trabalhei em Associações de Bairro, novos estudos e formaturas e assim foi indo. No entanto, no meio do processo, apareceu um hater. Pessoa chata… resumi todo o meu hater e agora já sabemos quem é! Não estou aqui para agradar mais do que já faço a ele (cara de deboche). É difícil lidar com hater, pois, vou dar um exemplo clássico no futebol. Eu jogo bola e modéstia parte, jogo bem e sou versátil. Jogo tanto no ataque como na defesa. No futebol de várzea normal isto acontecer, (comecei a jogar em São Paulo, por isto o linguajar), e quando eu me sinto criativo, eu gosto de ir para o ataque, pois, lá eu tenho que criar jogadas, passar os defensores, dar passe na medida e vencer o goleiro. Tem que estar inspirado. Agora, quando não estou nada criativo, já prefiro ir à zaga! Porque é um pouco mais fácil, me desculpa os zagueiros que são meu amigos, só que tem que concordar que é praticamente destruir a jogada. Construir é difícil, destruir é fácil! Mira a bola e chuta pra frente, se não der, chuta o jogador adversário, pronto, está feito o bom trabalho de um ótimo zagueiro e isto não é errado, é do jogo! Voltando ao hater! Ele não produz, não cria, não ajuda, não incentiva e o que ele é bom? Destruir, atacar e desfazer as coisas dos outros! Combinado então que na cultura eu sou o atacante e o meu hater é o zagueiro?! Antes era uma chatice para mim! Pois, o hater é bom no que faz! Ele cria um ambiente de que você está errado e eles usam a mesma tática dos Terraplanistas, não provam nada e você que argumenta, tem que provar que eles estão errados. O hater vai mentir sobre você! Isto é um fato! Eles são horríveis em matemática e em lógica. Se você fez dez coisas para a cultura, eles vão focar na décima primeira coisa que saiu errado e ele vai fazer questão de que você erre e gritará para o mundo sobre isso. Eles vão fortalecer o seu erro, e muitas vezes, nem é erro, é forçar a barra mesmo para se tornar erro. Então, as dez coisas que você fez, valem nada! E mentem! Vai criar um ambiente que você é a pior pessoa do mundo e vão se vitimizar com desculpa que tudo aquilo é que eles querem o melhor e você quer destruir o universo. Eu aprendi de forma dura que a uma mentira dele vale mais que dez verdades sua. Só que aos poucos, o ambiente que ele criou para te prejudicar, vai melhorando porque a verdade sempre prevalece. Só que o hater vai ficar anos e anos usando a mesma mentira e a mesma coisa que um dia te deixou mal! A lógica é simples, quem produz, ficará mais provável em cometer erros e quem não produz, não erra e também não acerta. Simples! Alimente seu hater é meu conselho! Todo mundo precisa de um hater quando esta se destacando. Ele é seu nivelador do seu trabalho. Vou falar sobre mim. Fiquei um ano me tratando de depressão, todo mundo sabe disso e depois uns dois anos só estudando. Fiquei longe de Ouro Fino por três anos! Não fiz nada e produzir nada! Então, meu hater não tinha nada contra mim e ele estava quieto e desnutrido. Cheguei ao começo do ano na cidade e retornei meus trabalhos na cultura e nem deu cinco meses e quem apareceu? Sim, queridos leitores, meu hater! Eu estou cinco meses criando, fazendo, levando informações, tentando incentivar menores, fazendo minhas palestras, lançando meus livros e viajando para mostrar meu trabalho… para não ser injusto com meu hater, procurei o que ele fez nestes três anos que fiquei longe da cidade e nesses poucos meses que estou na cidade. Vi nada dele! Nenhum papel jogado no lixo para eu dar os parabéns! Só que ele esta feliz agora. Criou um ambiente que eu esteja errado de novo, CLARO, fez o velho teatro de que o mundo é ruim por causa de mim, CLARO, e novamente, fazendo reuniões com pessoas para poder fortificar meus supostos erros e problemas para ele ter o orgasmo emocional que tanto proporciona ao pensar que eu fui prejudicado. Alimente seu hater! Ele vai te dizer se você está fazendo um bom trabalho, se é valorizado e quando maior a inveja dele, melhor é o seu destaque! Como é um tutorial, vou te aconselhar, assim que o hater atacar, mentir, criar situações desfavoráveis, fazer reuniões paralelas com outras pessoas para mentir mais sobre você… não fique no mesmo ambiente que ele por um tempo, pois, será frustrante para ele ter se preparado tanto para uma briga e você o ignorar! É uma delícia o ver desnorteado! Eu estou em um nível muito bom atualmente! Meu hater já está até me ameaçando, já não é para brigar como já fez antes, agora é até ameaças graves que jura que ia me intimidar, que para mim, é motivo de riso, pois, mostra o quanto estou distante dele. Achou que só tem um jeito de me parar no último estágio da violência? Ficou óbvio que eu já venci a briga! Sair na pancada com meu hater? Nunca! Já viu algum leão brigando com um macaco de circo porque ele criticou a juba dele? Amo meu hater! Cada um
Literatura em evento realizado no Coronel Paiva

Acadêmico PH Shadow é convidado para palestrar sobre sua trajetória na literatura em evento realizado no Coronel Paiva
Sobre Caim e Abel

Vi uma postagem no perfil de alguém que eu admiro muito falando de Caim e Abel, e resolvi falar o que penso, na intenção de ajudar quem precisa e não discutir religião. Vou colocar na integra o que escrevi lá e se alguém precisar, tou aqui: Se Caim e Abel, na verdade, fosse a versão da parábola do índio Cherokee contado sobre o Lobo Bom e o Lobo Mau. Que na verdade, estes dois não são pessoas que viveram e sim, as que vive o tempo todo e todos os dias. Caim, literalmente, mata Abel, todos os dias. Se não sabem a parábola do Lobo Bom e do Lobo Mau, o índio conversa com os netos e diz que existem uma guerra terrível dentro dele. Um lobo é mau. Ele é a raiva, a inveja, o arrependimento, a arrogância, o ressentimento, a inferioridade, a superioridade e o ego. O outro lobo é bom. Ele é a alegria, a paz, o amor, a esperança, a serenidade, a humildade, a gentileza, a benevolência, a empatia, a generosidade, a verdade, a compaixão e a fé. Os netos curiosos perguntam qual venceu e o velho índio responde sabiamente: O que eu alimento mais! Caim não só venceu, como convenceu que o “paraíso” já não existia mais! O paraíso deixou de existir qd a caixa de Pandora “maçã” foi ingerida! A primeira batalha do homem consigo mesmo, foi vencida pela dúvida! O medo foi o vencedor e ali, naquele momento, começa o inferno do homem criado por ele mesmo. Por 3 anos eu alimentei meu Caim e entrei em depressão profunda, me isolei, ataquei quem me amava e conheci a escuridão da forma mais densa que podia… aos poucos, fui desviando o alimento para Abel, ou seja, sai da mesma forma que entrei na depressão, sozinho e devagar! O alimento no caso, é os pensamentos, as emoções e principalmente, como vc se vê todos os dias! Ou vc mata o seu lado bom ou vc mata o seu lado ruim, não tem empate, aliás… tem, só que este é outro assunto e muito mais extenso do que posso dizer agora, só que ainda, alimentamos todos os dias o nosso Caim e Abel, porém, a escolha de quem vai ficar mais forte é sempre do “Deus”, ou seja… a consciência. As oferendas oferecidas a “Deus”, são nossas emoções diárias. Se a dúvida não agrada a “Deus”, Caim tem mais força e sempre se revolta e ataca o que tá próximo, o seu irmão no reino do homem, Abel nunca ataca Caim, pois, ele sabe que os dois são um e ele aceita Caim! Sua consciência é seu Deus, seu alimento é sua emoção e pensamento, Caim e Abel é o persona que vc escolhe ser. A história desses dois personagens não morreu há mais de 2 mil anos atrás… continua todos os dias em mim e na pessoa que está lendo. A guerra é sua! Ninguém pode te ajudar, a não ser que você deseje ajuda! Aliás, se alguém tiver passando por depressão ou se sente muito ansioso e quiser conversar, desabafar ou mesmo falar sobre qualquer assunto para se distrair sem ser julgado, podem contar comigo. Eu sei como é precisar de alguém e só ouvir eco! Entra em contato por messenger, por insta ou até sinal de fumaça… se eu te ajudar, talvez vc ajude outros iguais a mim um dia!